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Medicina Fetal

Medicina Fetal
Ultra-Som

Medicina Fetal

Medicina Fetal é uma avançada modalidade no diagnóstico pré-natal, que se presta a investigar em diferentes etapas da vida intra-uterina, situações de risco fetal, bem como rastrear outras situações em pacientes consideradas de baixo risco, com vistas ao bem estar materno e fetal. Este rastreamento pode ser feito através de exames especializados como a medida da translucência nucal, a ultra-sonografia morfológica, o estudo Doppler nos leitos materno e fetal, e ainda procedimentos como os a seguir.

Ultra-som

É com a ultra-sonografia que se pôde visualizar o interior do útero para saber como o feto está se desenvolvendo. Nos dias de hoje, os aparelhos de ultra-som se sofisticaram e tornaram possível obter imagens muito nítidas da criança e do interior da cavidade uterina. Essas imagens não só ajudam mães, pais e avós, mas também permitem que os médicos tenham acesso ao local, introduzam agulhas para colher material para exame e avaliem as condições da gravidez e do feto.

Dra. Mônica Regina Lourenço Luz

Entrevista com o EspecialistaConsulta médica especializada, que objetiva esclarecer dúvidas e munir o casal de informações relativas aos riscos da gestação em curso (devido à idade materna, história familiar, ou patologia fetal) e dos procedimentos invasivos que eventualmente venham ser oferecidos, bem como seus riscos e benefícios. Este espaço, permite que o casal possa decidir de forma consciente e orientada sobre a gestação atual, e por vezes até mesmo sobre seu futuro reprodutivo.

Quando Indicar? Idealmente, a entrevista deve ser agendada, nas seguintes situações: Antes de procedimentos invasivos; Casais com antecedentes pessoais de doença congênita; Casais com antecedentes obstétricos de doença congênita; História familiar de doença congênita; Achado de malformação em ultrassonografia obstétrica; Planejamento propedêutico no início de uma gestação de alto risco

Amniocentese de Segundo TrimestreAcesso a câmara amniótica, através de punção guiada por ultra-som, para obtenção de amostra do líquido ou para procedimento terapêutico.

Quando Indicar? Idade Materna abaixo de 37 anos com presença de marcador para cromossomopatia (Ex: TN alterada, PAPP-A alterado, marcador ultrassonográfico, etc…) Idade Materna entre 35-37 anos sem que tenha ocorrido pesquisa de marcador, ou com marcador positivo. Idade Materna a partir de 37 anos ( independente do marcador). Suspeita e/ou rastreio de transmissão trans-placentária de infecções (rubéola, toxoplasmose, citomegalovirus, parvo-vírus, etc)

Ultra-som Obstétrico com Translucência Nucal Medida do espaço entre a pele e a coluna fetal, ao nível da região cervical do concepto. Presta-se ao rastreamento de cromossomopatias, cardiopatias e algumas síndromes gênicas.

Quando Indicar? Pacientes de baixo risco para cromossomopatias (ex: idade materna menor que 37 anos)

Amniocentese de Terceiro TrimestreSemelhante a amniocentese realizada nos demais períodos da gestação, trata-se de punção, guiada pelo aparelho de ultra-som, com colheita de quantidade suficiente de líquido amniótico para realização de testes de maturidade pulmonar fetal.

Quando indicar? Em todos os casos em que se necessita programar a resolução prematura da gestação, seja por causas maternas ou fetais e tem-se dúvida da maturidade pulmonar. Hoje, a principal indicação para este exame concentra-se na gestante diabética.

Ultrassonografia Morfológica Fetal Avaliação estrutural detalhada do feto, para rastreio de malformações ou confirmação de anomalias detectadas em ultra-som prévio.

Quando Indicar? Nas gestantes de risco para malformação fetal ou cromossomopatia, como exemplo: antecedente pessoal ou familiar de malformação ou anomalia cromossômica, doenças maternas (diabetes mellitus, hipertensão ou infecção na vigência da gestação), uso de drogas com potencial teratogênico, alterações detectadas na consulta de pré natal ou ao exame de ultra-som de rotina ( alterações do líquido amniótico, restrição de crescimento intra uterino e alterações morfológicas fetais)

Hoje, objetivando-se colocar a disposição da gestante todas as técnicas disponíveis para detecção precoce de alterações fetais, tem sido indicado como exame de rotina (mesmo nas pacientes de baixo risco)

CordocentesePunção do cordão umbilical guiada pelo ultra-som, geralmente com o objetivo de obter amostra do sangue fetal para posterior análise.

Quando indicar? Pesquisa de cariótipo fetal, quando os demais métodos estão contra-indicados ou em idade gestacional acima de 25 semanas. Achado de dismorfismo fetal, ao ultra-som, na segunda metade da gravidez. Investigação de infecção fetal (soroconversão materna ou presença de malformações com possível etiologia infecciosa). Investigação de hidropisia fetal não imune

Ultra-som obstétrico com Doppler Avaliação do crescimento e vitalidade fetal, através da análise de parâmetros biométricos fetais e estudo doppler da circulação materno-placentária-fetal.

Quando indicar? No 2 o e 3 o trimestres, para rastreamento e seguimento da síndrome hipertensiva da gestação No seguimento da restrição de crescimento intra-uterino Frente à oligodramnia sem amniorrexe Idealmente estaria indicado em todas as gestantes, pelo menos entre 20 e 24 semanas

SeptostomiaPunção, guiada por ultra-som, com o objetivo de formar um pertuito (comunicação) entre as bolsas amnióticas, nos casos de gestação gemelar monocoriônica diamniótica, complicada pela síndrome do transfusor-transfundido.

Quando indicar? Geralmente, é procedimento indicado pela equipe de Medicina Fetal, após entrevista com o especialista.

Perfil Biofísico Fetal Avaliação de variáveis biofísicas fetais (movimentação fetal, movimentos respiratórios, tônus fetal, volume de líquido amniótico e reatividade cardíaca fetal) com o objetivo de rastrear a hipóxia intra-uterina.

Quando indicar? Alteração ao exame doppler, onde a prematuridade não permite resolução da gravidez Suspeita de hipóxia fetal, a partir de dados clínicos Amniorrexe prematura em conduta expectante (acompanhamento em especial através da pesquisa de movimentos respiratórios fetais)

Drenagem ou Punção FetalPunção de formações císticas pulmonares, vesicais, renais, ovarianas e derrames serosos em geral; guiada por ultra-som transabdominal, com objetivo propedêutico ou terapêutico.

Quando indicar? Geralmente, é procedimento indicado pela equipe de Medicina Fetal, após entrevista com o especialista.

 

Biopsia do Vilo Corial Obtenção de amostra da placenta em formação, obtida através de punção aspirativa guiada por ultrassonografia, por via transabdominal .

Quando indicar? Pacientes entre 10 e 13 semanas, com as seguintes indicações: Idade Materna abaixo de 37 anos com presença de marcador para cromossomopatia (Ex: TN alterada, PAPP-A alterado, marcador ultrassonográfico, etc…) Idade Materna a partir de 37 anos ( independente do marcador)

Transfusão FetalTRANSFUSÃO FETAL Transfusão intra-útero de concentrado de hemáceas ou plaquetas, através de punção do cordão umbilical ou intra -peritoneal, guiada por ultra-som.

Quando indicar? Isoimunização Rh com repercussão que coloque em risco a vida do feto. Infecção por parvovírus (hidropisia fetal associada a quadro anêmico grave). Quadros plaquetopênicos de origem imunológica .

AmnioinfusãoInfusão intra amniótica de cristalóides com o objetivo de restabelecer o líquido diminuído por alguma condição patológica.

Quando indicar? Nos casos de oligoâmnio grave para confirmação de diagnóstica de amniorrexe prematura, formação de janela acústica para melhor avaliação da morfologia fetal e confirmação diagnóstica de malformações do trato urinário. Método auxiliar nas cirurgias fetais e cordocenteses, frente a oligoâmnio grave.

Derivações Procedimento cirúrgico fetal, que geralmente complementa a drenagem, objetivando prevenir a coleção de fluidos em cavidades e órgãos fetais (bexiga, abdome, pulmões, etc…) através da fixação de drenos na região de interesse, guiada por ultra-som.

Quando solicitar? Geralmente, é procedimento indicado pela equipe de Medicina Fetal, após entrevista com o especialista.

 

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